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22.2.16

Estocolmo

No último Sábado antes de regressar a Portugal o dia foi passado em Estocolmo.
Deu para visitar família - enquanto os amigos visitavam o museu dos Abba; fazer passeio turístico pela cidade e irmos sair à noite.

Depois de muito andar para trás e para a frente lá nos convencemos a jantar no restaurante Jamie's italian Sweden. Um restaurante do Jamie Oliver, mas que funciona mais como franchising e no qual ele nunca pôs os pés. Como sabemos tudo isto? Porque contra as probabilidades saiu-nos um empregado português!
Ele diz que não é muito costume encontrar por ali portugueses e foi um querido porque aproveitou a onda do "vocês são portugueses, com vocês sou sincero" aconselhando-nos os melhores pratos. Por exemplo tirou-nos da ideia bebermos vinho: é efectivamente muito caro (garrafas a partir dos 50€) e para quem gosta de vinho português, ia chorar o sabor e a carteira.
Eu fui para um risotto de trufas - saboroso mas um pouco pesadote em termos de gordura; para a mesa veio ainda um hamburguer todo xpto e um tagliatelle. Ficámos bem servidos.

Daqui seguimos para a discoteca Sturecompagniet. Embora a noite em Estocolmo comece cedo, chegámos pelas 22h e ainda estava vazia, mas à meia noite já aquilo estava ao rubro, portanto acelerou o ritmo com rapidez.
A entrada custa 20€, bebidas são pagas à parte (11€ um gin) e o bengaleiro são 3€.
E não é que me pediram o BI para entrar? Vou pensar que é mesmo porque estavam com sérias dúvidas que eu tivesse mais de 21 anos. :)
As suecas vestem-se à séria para a night. Mas é um vestir com muita perna de fora. Muita mini mini saia, muito dress to kill. E é mesmo neste espírito com que elas vão sair -  to kill.
Eu não queria muito dar aqui um discurso de velha do restelo, mas fazer o quê...passei a noite boquiaberta. As tipas são assanhadas pá!
80% da discoteca eram mulheres (na casa dos 25/29 anos); Vêem-se uns dois ou três casais e na maioria são grupos só de raparigas e grupos mais pequenos só de rapazes, que eu juro que devem morrer de medo delas. As mulheres bamboleiam-se por todo o lado em modo "I'm sexy and i know it".

Até aqui tudo bem - e vou ignorar a tipa loura bêbeda e a morena gorducha que se mandaram para cima dos nossos rapazes nas nossas barbas - o que me deixou mesmo pasma em modo "esta juventude está perdida" e aqui sim é discurso de velha ultrapassada, foram as duas miúdas que passaram praticamente a noite toda sentadas num canto, agarradas ao telemóvel a filmarem-se enquanto se esfregam cabelos, fazem boquinhas, trocam uns beijos uma com a outra e gritam. Mas não são assim gritinhos de risinho parvo, são gritos tipo cena da banheira no Psycho mas em modo estou muita maluca e bem disposta.
Não sei o que raio fazia estas miúdas gritarem desta maneira, mas era ensurdecedor; não sei que memória têm no telemóvel para tanta hora de filmagem e na realidade não sei é o que têm dentro da cabeça para uma maneira de estar tão...tão...olhem, nem tenho palavras para aquilo.

Fora isso é um ambiente descontraido, existem várias salas - umas quantas de acesso restrito - dá para rir, dá para dançar, a música é pop e pelas 2h30 estávamos de regresso a casa para nos recompormos para o voo de regresso do dia seguinte.

 O restaurante é colado (acho que até faz parte) de um hotel onde esperámos um pouco até ter mesa


I'm gonna swing...tralalalá

 Restaurante 


 Risotto

Hamburguer 


Tagliatelle


Pista principal da disco, ainda vazia

No dia seguinte era dia dos namorados...

O par de moças na posição na qual passaram basicamente toda a noite. Não apanhámos nenhum dos beijinhos que trocaram...eu sei que era disso que estavam à espera seus marotos!! :P



A soltarem a franga. A soltarem tudo basicamente.

18.2.16

E que mais se faz numa estância de ski?

Montes de coisas, tipo dar longos passeios a pé. Ao frio.
Mentira, não se faz nada. Está mesmo muito frio para isso. Se bem que ainda vi uma ou duas pessoas a dar uma corridinha. Valentes.

O dia começa cedo, normalmente acordamos pelas 8h, entre comer, despachar e equipar são 9h30/10h e depois é sempre a manhã toda a esquiar. Algumas vezes almoçámos em horas normais voltando a esquiar à tarde, outras vezes esquiámos até às 14h/15h e almoçámos depois.

As pistas encerram (ou pelo menos as cadeirinhas e puxa rabos) às 15h30 por isso a partir desta hora há que pensar como ocupar o tempo.

Toma-se um banho e normalmente estamos tão moídos que ou se dorme uma sesta, ou encostamos ao sofá a ler um livro, jogar ou navegar na net até à hora de jantar e depois é praticamente xixi/cama.

Bowling
Um dos dias fomos jogar bowling. Marcámos para as 19h e lá fomos nós atirar umas bolas. Fiquei em último lugar. Sou mais naba a jogar bowling que a fazer ski, impressionante. Uma hora de bowling custa cerca de 5€ por pessoa durante 55 minutos.

Piscina
Outro dia fui para a piscina. Bom na verdade dei meia dúzia de braçadas e fui enfiar-me no jacuzzi que estava tão quentinho. Doloroso mesmo foi sair lá de dentro.

Nota para duas observações culturais suecas:

- enquanto estava dentro de jacuzzi, ele desligou por duas vezes por alguns minutos para manutenção. Fica uma luz vermelha, deixa de borbulhar e há uma placa que diz que quando a luz vermelha está ligada não se deve utilizar o jacuzzi. Mas nós lá entendemos que não havia mal nenhum e ficámos à espera que o borbulhar voltasse - tuga style. Já os suecos entraram no jacuzzi e quando se aperceberam da luz e do cartaz, sairam sentaram lá fora ao frio e só voltaram quando a luz voltou a verde. Malta bem mandada!

- Esta malta descalça-se para entrar em quase todo o lado. Coisa que eu já pratico em minha casa, pratico muito lá, mas esqueci-me completamente disso ao entrar no balneário. Então dei por mim envergonhadíssima com as botas calçadas a circular por ali com um bebé a gatinhar aos meus pés. Ouch!
A piscina custa 6€ por pessoa, sem tempo limite e tem também uma zona infantil com mini escorregas de água.

After Ski e Discoteca
Há uma coisa chamada After Ski, que acabámos por não ir; diz que é uma espécie de festa que começa pelas 15h para a malta beber uns copos e abanar a anca.
Há também discoteca para a qual já não tivemos forças (guardámos-nos para a noite de sábado em Estocolmo).

Comida
Normalmente almoçávamos fora e o jantar era em casa. O que havia à disposição para almoço eram pizzas, massas, kebabs e umas saladas - daí apesar de todo o meu esforço físico intenso ainda assim conseguir ganhar peso. Santo metabolismo o meu :D
Diz que há um bom restaurante, penso que no Hotel, mas é coisa para fazer reserva e custa 55€ por pessoa sem bebidas. Não fomos a esse.

Na viagem de regresso a Estocolmo é que apanhámos uma banhada... fomos todos fisgados para aquilo que parecia que seria um bife com molho bernaise. Só que em vez de um belo bife sai-nos assim uma coisa que é tipo as almôndegas do IKEA, prensadas e banhadas em sal e óleo. Nem o Oscar, o cão, se deu bem com aquilo. Valham-nos as saladas e pão que estão sempre incluidos no menu.

Não sei se já terei dito que na Suécia a salada está sempre incluída (e neste último restaurante era um buffet com algumas variedades à escolha) assim como o pão. Por exemplo, já em Estocolmo num restaurante que fui, a máquina de café fica ao lado da porta de saída do restaurante e o café é pago, mas ao lado estão disponiveis gartuitamente bolachas variadas para quem quiser uma a acompanhar o café.
Estão a ver um sistema destes em Portugal né? ahahahahah.

A sala da cabana com o sofá onde passei boas tardes de descanso 

A cozinha

Bowling



As bolachas grátis. Sim fotografei isto :)



17.2.16

Ski - o último dia

O último dia dedicado ao ski foi em grande. Fiz muitos quilómetros para cima e para baixo e surpresa das supresas, só caí uma vez! Estava parada e caí. Não sei bem o que aconteceu mas quando dei por mim estava estatelada. Vamos pensar que foi do vento.

Pois que este dia foi todo ele solarengo; um brutal céu azul que transforma a paisagem para ainda mais bonita. Só que com  céu lindo veio também uma descida de temperatura e um ventinho supimpa.
O pior do dia foram as três vezes que a minha malta se lembrou de subir até ao topo e descer por aí abaixo. Só que o frio e o vento lá em cima eram qualquer coisa de muito, muito torturante.
A adicionar à tralha normal, neste dia pus mais um par de meias com umas almofadinhas aquecedoras e mais uma camisola polar, por cima da térmica e por baixo do casaco. Acrescentei um lenço de lã para proteger a cara. Mas sofri tantooooo.
Eu nem sei como raio desci aquilo, porque se havia coisa em que eu não ia a pensar era no ski. O único pensamento que me toldava a mente era "tenho a testa a congelar e a seguir vem o cérebro". Mas é que era mesmo isto, ao ponto de eu ir a massajar a testa porque o gelo era tanto que achava que estava a perder raciocínio. Provavelmente um gorro mais comprido e uns óculos tinham ajudado à coisa.
Já compreendo perfeitamente a tortura chinesa de se deitar uma gota de água gelada na testa do torturado, Pling...pling...pling...bem geladinha. Só sei que eu confessaria o que fosse preciso para acabar com aquilo.
Fora isto, foi tudo uma maravilha!
A curva que eu insistia em fazer a pé por precaução lá a fiz com ski. Estava só eu e o outro "iniciante" e lá por algum motivo estranho ganhei coragem e fui curvando devagarinho devagarinho e lá consegui.
Estávamos neste momento sozinhos porque nos dirigíamos para um outro momento alto da viagem: íamos ver os nossos companheiros a descerem uma pista negra.
Pista esta que se chama qualquer coisa como "queda livre". Aquilo basicamente era como descer uma parede.
Tivemos dois resultados distintos, ambos épicos: uma porque fez uma descida linda de se ver e o outro porque...bem...enfim...acagaçou-se? :).
Ela tinha muita experiência - aliás a ela lhe devo os ensinamentos que me deu com uma paciência de santa e que tanta queda me amparou - e desceu airosamente aquela pista como quem dança.
Ele pois que nunca tinha feito uma pista negra e ao ver-se lá em cima vai que a coisa meteu medo. Problema é que já estava num ponto em que não dava para voltar para trás.
Assistimos nos minutos seguintes a uma descida estóica em modo sku com um tentar de salvar a honra mais para o final em que, não se sabe como, lá conseguiu calçar os skis sentado e desceu cerca de 1/5 da pista. Tudo bonito de se ver!
Eu própria me acagacei numa pista azul. Estava tudo a ir muito bem quando apanho um declive demasiado acentuado para o meu gosto e em modo de solidariedade também achei boa ideia fazer algum sku. Se tinha chegado até ali inteira não me ia arriscar duas horas antes de tudo terminar.

Assim terminou a minha jornada de ski. Em balanço:

 -  esquiar é giro
 -  odeio puxa rabos
 -  as paisagens são lindíssimas
 - se não se cair até que nem é muito cansativo
 - sou pouco radical em arriscar descidas a abrir
- cuidado com as crianças que se atravessam sem dó nem piedade
- cair na neve (em não aleijando) é muitooo fixe
- esqueci-me de fazer um boneco de neve
- estou neste momento a escrever isto no escritório com o casaco de penas vestido. Lá faz frio mas nunca em tempo algum estando em ambiente fechado se sente o mínimo frio ou desconforto
- Não me aleijei à séria mas estou com os joelhos esfrangalhados. Ontem tentei dar uma corridinha e não consegui







10.2.16

Ski - segundas e terceiras impressões

Enquanto estou a começar a escrever este post, está a dar uma entrevista com o Arnold Shwarzeneger onde ele acaba de dizer "what doesn't kill you makes you stronger". De certa maneira o ski também é isto.
Sim, tenho visto putos de dois anos a fazerem isto no maior  relax, mas para mim tem sido uma aventura para me manter inteira e segura. E de certezinha absoluta que os meus glúteos vão sair daqui mais fortes!!

Ontem acabou-se a glória do primeiro dia sem ter caído. Ao segundo dia caí tantas e tantas vezes. Umas quedas mais épicas que outras e com pena minha sem registos fotográficos.
A primeira queda e a mais épica acabou comigo na berma da pista estatelada com as pernas para o ar em V e de skis postos. Digno de se ver.
Depois estou numa guerra aberta com os "puxa rabos", as alternativas às cadeirinhas que nos levam ao topo das pistas. Já perdi a conta ao número de vezes que ora não consigo agarrar aquilo para arrancar, ora me esbardalho a meio caminho. Toda a gente me jura que aquilo é super fácil, mas ainda não lhe apanhei o jeito a 100%.
Custa horrores levantar de uma queda. Acho que até me custa mais levantar do que cair. Não sendo uma queda grave, nem dou por ela. Mas levantar é o terror. Todas as dores musculares que tenho são sobretudo nos braços e costas - da força com que me agarro ao puxa rabos e do esforço que faço para me levantar.
As corridas, trail e treino funcional que fiz antes de vir, provaram ser muito eficientes para eu não ter até agora dores nas pernas!!

Então e o ski?? O ski está impecável. Pelo menos é o que me dizem. Eu ainda me sinto uma naba, mas quem me acompanha diz que eu já vou muito bem para quem ainda agora começou.
Tenho andado sempre em pistas verdes (hoje numa azul, mas tranquila), mas ontem comecei por pistas verdes muito altas em que parei várias vezes pelo percurso para ir ganhando experiência com calma. Tive de treinar o virar à esquerda e direita. No fim é que lá fui parar ao meu estilo de pista preferido "largaaaaaa e sem curvas". Aqui sim, uma pessoa vai à vontade. Mas a verdade é que nas pistas mais estreitas o cenário envolvente é qualquer coisa....digno de postal. Não tenho as melhores fotos porque isto de parar com dignidade, sacar da máquina, fotografar, é muita coisa. Mas garanto que é das paisagens mais bonitas que já vi.
Desde que chegámos, a neve tem aumentado e há verdadeiros colchões fofinhos de neve em que só me apetece voar e aterrar neles. Aterrar na neve fofa é do melhor que há.
Infelizmente ontem nem tudo foram rosas, e a nossa adolescente do grupo caiu mal e aleijou-se à séria, está arrumada de canadianas. Ao que parece terá "lascado" um osso do joelho. Uma conta médica astronómica depois, está agora encostada às boxes com o joelho inchado.

Como ontem passei o dia muito tensa em modo aprendizagem, decidi que hoje tinha de ser para desfrutar do ski em pleno, por isso ia ficar-me pelas pistas largas e sem curvas. E assim começou. Nem no puxa rabos vacilei. Andei cima a baixo na maior.

Até que me desafiaram e ao outro iniciante (que hoje abandonou o snowboard para se dedicar ao ski) a ir mais alto.
Eu fui. Mas aqui dá-se a segunda queda épica! No puxa rabos, num subida bem íngreme, não aguentei e caí. A questão é que caí num plano muito inclinado donde nunca iria conseguir sair, então decidi manter-me agarrada ao puxa rabos e fui arrastada pela neve fora. Fui a fazer sku invertido. Eu própria gostava de ter visto isto!
E o resto foi história... Ski muito ski...mas com muita precaução. Há uma curva manhosa que decido sempre tirar os skis e descê-la a pé; felizmente o lado "aventureiro e inconsequente" não mora em mim.
O gosto pelo ski é crescente. Custa a gostar à primeira porque há muito que ralar até lhe apanhar o jeito e uma pessoa se sentir descontraída para usufruir da coisa devidamente.

Quem sabe amanhã, sendo o último dia me dá um amor louco pelo ski e jurarei a pés juntos que para o ano cá estarei batida?!

Entretanto e para distrair, hoje há noite de bowling. A ver vamos se também não saio disparada pela pista agarrada à bola :).

 Lá em cima está uma pista negra que a nossa "pro" quer fazer amanhã

Isto é um puxa rabos. A ver se tiro uma foto comigo nele.

Lindo né?

Euzinha no ski :)

8.2.16

Ski - a chegada e primeiras impressões

Neste momento encontro-me sossegadinha na minha cabana número 73 em Idre Fjäll depois do meu primeiro dia dedicado a esse desporto pelo qual eu não tinha curiosidade nenhuma: o ski.
Uma viagem de 6h (com paragem para almoçar) trouxe-me de Estocolmo até aqui. Viagenzinha meio aborrecida porque não há muito para ver e no final ainda apanhámos nevoeiro, com neve, visibilidade manhosa. Mas chegámos sãos e salvos!
Chegámos os 7, dos quais 3 percebem bem de ski, 1 diz que se safa, mas até se safa bem, e 3 (onde me incluo) nunca puseram o pezinho num ski.
Dos 3 iniciantes, um deles decidiu começar pelo snowboard e eu e a teenager do grupo fomos para o ski.

Ora em isto em resumo das primeiras impressões é o seguinte:

- A malta que adoraaaaa fazer ski, esquece-se de contar as partes menos boas. Tipo as mães que já se esqueceram que o parto é uma valente bosta e depois só pintam maravilhas da maternidade? Os fãs de ski são assim. Vai que se esquecem de dizer que andar com os skis ao ombro para cima e para baixo custa pra caraças e andar com botas de ski é uma missão duríssima.

- hoje perdemos eternidades a ir alugar material, a experimentar botas, skis, sticks, registar, pagar, pagar cartões de teleférico - uma pipa de massa by the way - veste casaco, mete luva, gorro, tira luva para manusear as coisas, mete luva de novo, mete capacete, ajusta tudo, tira cabelos da cara porque está a nevar e voa cabelo por todo o lado. Horas depois...vamos lá começar a fazer ski.

- felizmente os prós perderam o seu tempo a explicar-me como se faz isto e não precisei de aulas. E não é que nunca caí??? Estou impressionada comigo!
Quando apanhei velocidade fui a berrar pela pista fora, mas mantive-me firme e hirta!

- na verdade houve uma queda mas foi a subir no teleférico, uns em que apenas encaixamos o varão no meio das pernas e nos vai puxando. O problema é que aquilo parou a meio e quando reiniciou deu um esticão e não consegui acompanhar pelo que me mandei para a pista. Ainda assim acho que me levantei com bastante dignidade.

- o dia ainda deu direito a andar perdida com os outros dois iniciantes em busca da nossa cabana porque as placas aqui não são grande coisa e parte do grupo decidiu "beber chá" em vez de nos ajudarem. Sim eu avisei que ia pró blog fazer queixinhas.
Nós estamos apetrechados com walkie talkie para nos mantermos em contacto caso aconteça alguma coisa. Mas neste caso não serviu de muito.

- fomos ao final da tarde fazer reconhecimento do "centro" aqui da estância onde há supermercado, piscina, ginásio, bowling e restaurantes.

- por agora não me doem as pernas, não fiz ski suficiente para isso. Mas doem-me os braços de acartar com os skis e as pernas de estarem comprimidas pelas botas de ski. A ver se o Voltaren me safa.

Amanhã há mais!!





18.1.16

Então e viagens?

Sim...já tenho mais um bilhete de avião comprado.
"Ah que fixe, e estás entusiasmada?"
Hummm...digamos que não estava na minha lista de prioridades....

"Então e vais porquê"? Não sei bem, fui enredada e quando dei por ela estava a comprar o bilhete. Mais tarde ou mais cedo teria de ser, e vai ser agora em Fevereiro.

Vou fazer férias de neve. Ski. Num sítio adorável onde agora estão -24º. Sim porque isso das Andorras e Serras Nevada é para meninos. Lá vou eu na minha terceira viagem à Suécia para uma estância a 600km de Estocolmo chamada Idre.

Se eu não partir nenhum osso considerarei a viagem um sucesso!

Eu gosto de neve, gosto. Mas por exemplo, não gosto de montanha russa, carros de choque, equitação, assim...velocidade no geral. Por isso nunca me seduziu ir fazer ski ou coisa que valha.
Mas pronto, pode ser que eu mude ideias e tenha uma profunda mudança nos meus gostos e convicções.

Quem sabe se ainda não me vão ver entusiasmada nas Sport Zone desta vida à cata das últimas modas de casacos de neve, luvas e calças, ceroulas e gorros.



16.1.15

O frio

Já aqui disse que fez frio. É um país nórdico, em Dezembro, portanto nada de novo. Penso que o máximo que apanhei foram -12º. Tínhamos luz desde as 8h até cerca das 15h, por isso até fiquei agradavelmente surpreendida com a luz que apanhei, porque estava à espera de ser mesmo só duas horinhas a ver o sol tipo ao fundo do túnel.
Não só apanhei luz, como apanhei céu limpo. E neve.
Calculo que para quem lá viva não ache muita graça a este inverno, mas para quem vai de primeira vez, é lindo de morte!









                                         


                                 Um BAMBI!!! Vista da janela da cozinha :)










14.1.15

Estocolmo em Dezembro

Nada a dizer. :)

















Digam se isto não é lindo de se ouvir?