Hurray! Um mês depois há fotos. É andar para baixo, porque pus as fotos a acompanhar os textos que lhes respeitam.
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18.7.13
5.7.13
E as fotos pá?
Sosseguem. Já vi as fotos dos states, já seleccionei e juro que era minha inteção colocá-las ontem no blog, mas já era tarde e o calor, ai o calor, em frente a um computador não é coisa que se deseje a ninguém. Por isso assim que eu voltar trato disso sim? Digam todos (os 3 que lêem isto) "Simmmmmmmm"
23.6.13
EUA - o fim e algumas contas à vida
Sábado, dia 15 de Junho era dia de regressar a Portugal, onde só chegaríamos no Domingo de manhã.
Levantámos tarde, mas a correr ainda fomos a um outlet para queimar os últimos cartuchos das compras.
Eu sou sincera, não sou a maior fã de compras em tempos de viagem. Apetece-me mais gastar o dinheiro em coisas da própria viagem do que propriamente andar a comprar coisas que à partida não preciso mas só porque ali é mais barato, ou pior ainda andar a pensar que tenho de levar "lembrancinhas" para meio mundo.
Portanto tenho reduzido a coisa a ímans como lembrança e uma ou outra coisa para mim. Desta feita comprei os meus primeiros all star por 20€, uns brincos por 6€ e dois pólos por 20€ cada um, e ainda trouxe um livro sobre os tempos dos Al Capone em Alcatraz por 10€.
Nesta viagem gastei muitoooooo mais do que queria ter gasto. Os Estados Unidos não são baratos. Há coisas que compensam, como comprar roupa, mas quando se tem que comer pequeno almoço, almoço e jantar fora a coisa sai cara. Isto para quem não aguenta pizza e hamburgueres a toda a hora. Às vezes apetece um bife e um prato de jeito.
Os transportes também não saem baratos. Sim metro em NY é muito bom, mas um bilhete de $2,75 só dá mesmo para uma viagem.
E depois o grande drama disto tudo é que nunca nunca nunca se sabe quanto se vai pagar. Porque pode ler-se no menu "pizza slice $7" e no fim paga-se uns $11 porque faltam as taxas e gorja e mais não sei o quê. Ponto bom, esta malta oferece o pão nos restaurantes e também serve sempre gratuitamente água.
E pronto, de malas aviadas fizemos o percurso para o aeroporto Long Island - Penn Station - Newark.
Levantámos tarde, mas a correr ainda fomos a um outlet para queimar os últimos cartuchos das compras.
Eu sou sincera, não sou a maior fã de compras em tempos de viagem. Apetece-me mais gastar o dinheiro em coisas da própria viagem do que propriamente andar a comprar coisas que à partida não preciso mas só porque ali é mais barato, ou pior ainda andar a pensar que tenho de levar "lembrancinhas" para meio mundo.
Portanto tenho reduzido a coisa a ímans como lembrança e uma ou outra coisa para mim. Desta feita comprei os meus primeiros all star por 20€, uns brincos por 6€ e dois pólos por 20€ cada um, e ainda trouxe um livro sobre os tempos dos Al Capone em Alcatraz por 10€.
Nesta viagem gastei muitoooooo mais do que queria ter gasto. Os Estados Unidos não são baratos. Há coisas que compensam, como comprar roupa, mas quando se tem que comer pequeno almoço, almoço e jantar fora a coisa sai cara. Isto para quem não aguenta pizza e hamburgueres a toda a hora. Às vezes apetece um bife e um prato de jeito.
Os transportes também não saem baratos. Sim metro em NY é muito bom, mas um bilhete de $2,75 só dá mesmo para uma viagem.
E depois o grande drama disto tudo é que nunca nunca nunca se sabe quanto se vai pagar. Porque pode ler-se no menu "pizza slice $7" e no fim paga-se uns $11 porque faltam as taxas e gorja e mais não sei o quê. Ponto bom, esta malta oferece o pão nos restaurantes e também serve sempre gratuitamente água.
E pronto, de malas aviadas fizemos o percurso para o aeroporto Long Island - Penn Station - Newark.
Goodbye New York
Era o último dia na cidade e já tinhamos visto praticamente tudo o que estava planeado. Logo no primeiro fim de semana queria ter ido ao Moma, mas já chegámos tarde e pensei que voltasse por estes dias, mas na realidade fui arrastada para o "Intrepid" o sea and air museum. O Intrepid é um porta aviões que serve de galeria para monanhas de aviões e submarinos e afins. Por lá encontra-se um Concorde, aviões ao estilo Top Gun e ainda podems andar por dentro do porta aviões a ver as salas de dormida e refeição. Eu não sou mega fã destas coisas, mas para quem gosta vale a pena. Ainda experimentei uma simulação 4D de montanha russsa - gira, porque eu que odeiooo montanhas russas, aqui pelo menos já consegui fazer a coisa de olhos abertos.
Daqui seguiu-se para a west village, o bairro mais fofinho de NY! Na verdade eu queria ir ver a rua da casa da Carrie, do "Sexo e a Cidade", mas todo o bairro vale bem a pena, é um oásis na loucura a cidade.
A rua é amorosa e vá lá que não apanhámos muita gente a tirar fotos. Dizia um senhor que meteu conversa que não temos noção dos milhões de turistas que passam por ali a fotografar a casa. Diz o mesmo senhor que e própria da Sarah Jessica Parker não vive longe dali e ainda perguntou se queriamos que ele nos mostrasse a casa. Agradeci, mas "stalker" ainda não faz parte das minhas virtudes.
Caminhámos depois para Chinatown para resolver um "negócio" pendente da compra de um relógio.
Era final da tarde e os meus anfitriões vinham ter connosco à cidade. Bem se devem ter arrependido de se ter lembrado de ir de carro, porque demoraram praticamente duas horas a chegar. O trânsito da cidade não perdoa.
Jantámos em Little Italy, que tem um encanto espectacular. É uma zona super acolhedora e com personagens que nos fazem mesmo pensar "tu és da máfia né???"
A noite acabou onde a nossa viagem começou: em Times Square. Tanta luz, gente, movimento,ma sério é um show!!
Nova Iorque é "a" cidade. Tem tudo e tem gene em todo o lado, dúvido que ali alguém morra de tédio ou se sinta sozinho. Há sempre para onde ir e o que fazer e basta sair à rua e vai haver alguém que mete conversa. Não se volta para casa sem ter dado dois dedos de conversa com alguém.
Os americanos são oficialmente o povo mais simpático do planeta. Metem conversa contigo no metro só para dizer que gostam das armações dos teus óculos; não estás mais de um minuto com o mapa da cidade na mão sem alguém te perguntar se precisas de ajuda; dás um encontrão em alguém e é esse alguém que te pede desculpa. Falei espontâneamente com mais gente nesta viagem do que provavelmente em todas as viagens juntas que fiz ou até mesmo do que em Portugal. E não são chatos, é malta que mete conversa na boa e faz uma conversa descontraída e bem humorada sem aborrecer.
I <3 NY
Daqui seguiu-se para a west village, o bairro mais fofinho de NY! Na verdade eu queria ir ver a rua da casa da Carrie, do "Sexo e a Cidade", mas todo o bairro vale bem a pena, é um oásis na loucura a cidade.
A rua é amorosa e vá lá que não apanhámos muita gente a tirar fotos. Dizia um senhor que meteu conversa que não temos noção dos milhões de turistas que passam por ali a fotografar a casa. Diz o mesmo senhor que e própria da Sarah Jessica Parker não vive longe dali e ainda perguntou se queriamos que ele nos mostrasse a casa. Agradeci, mas "stalker" ainda não faz parte das minhas virtudes.
Caminhámos depois para Chinatown para resolver um "negócio" pendente da compra de um relógio.
Era final da tarde e os meus anfitriões vinham ter connosco à cidade. Bem se devem ter arrependido de se ter lembrado de ir de carro, porque demoraram praticamente duas horas a chegar. O trânsito da cidade não perdoa.
Jantámos em Little Italy, que tem um encanto espectacular. É uma zona super acolhedora e com personagens que nos fazem mesmo pensar "tu és da máfia né???"
A noite acabou onde a nossa viagem começou: em Times Square. Tanta luz, gente, movimento,ma sério é um show!!
Nova Iorque é "a" cidade. Tem tudo e tem gene em todo o lado, dúvido que ali alguém morra de tédio ou se sinta sozinho. Há sempre para onde ir e o que fazer e basta sair à rua e vai haver alguém que mete conversa. Não se volta para casa sem ter dado dois dedos de conversa com alguém.
Os americanos são oficialmente o povo mais simpático do planeta. Metem conversa contigo no metro só para dizer que gostam das armações dos teus óculos; não estás mais de um minuto com o mapa da cidade na mão sem alguém te perguntar se precisas de ajuda; dás um encontrão em alguém e é esse alguém que te pede desculpa. Falei espontâneamente com mais gente nesta viagem do que provavelmente em todas as viagens juntas que fiz ou até mesmo do que em Portugal. E não são chatos, é malta que mete conversa na boa e faz uma conversa descontraída e bem humorada sem aborrecer.
I <3 NY
Não é fácil andar dentro destas coisas
O prédio da Carrie.
A rua fofinha dela
Chinatown
Dá.me pontadas no coração a ver isto
18.6.13
Nova Iorque
Há uma década ficou marcada como a minha cidade favorita. Já visitei muita coisa depois disso, muitas cidades, aldeias, terreolas, mas Nova Iorque nunca me saiu do pensamento. Podia ter sido um caso de me agarrar à máxima de que não há amor como o primeiro porque afinal foi a primeira metrópole que conheci. Mas 10 anos volvidos fui só confirmar que NY é a minha cidade de eleição. Sinto-me em casa e mudava-me para lá na hora. Nem sei como deixei passar tantos anos até regressar. Como basicamente é a cidade mais conhecida, badalada, falada e cantada do mundo não tenho muito a acrescentar. É tudo aquilo que se diz. Tem tudo, tem toda a gente, tem tudo a acontecer. Não enjoa, não cansa, não assusta.
Ainda no primeiro fim de semana que passei em NY, domingo de manhã fui à missa e posso dizer que no final de toda esta viagem americana, este está no top dos momentos inesquecíveis. Uma pequena igreja no Harlem, uma dúzia de fiéis, um pastor de nos levar às lágrimas de riso e uma missa gospel de fazer arrebitar qualquer um, fizeram desta manhã um tempo mais bem passado do que em muitos espectáculos que já assisti. Recomendo vivamente. Eu fui à igreja de East Mount Olive onde fui recebida calorosamente e me diverti e ri como nunca. Delicioso.
Ainda nesse dia dei um pulinho à Grand Central Station pois nunca tinha lá ido. Cenário de uma carrada de filmes, a estação é bonita, super ampla e talvez por ser Domingo bem mais calma do que deve costumar ser.
NY - parte II
Regressados de S. Francisco, a moral vinha em baixo. Foram 3 dias secantes, o dinheiro estava a voar, o cansaço instalado e já havia sinais de se querer regressar a casa.
Desta vez o alojamento ficou por conta de uns amigos. Como sempre o fizeram, fui super bem recebida e o primeiro dia foi passado a por sonos em dia num quartinho lilás em Islip, em Long Island.
Como no dia seguinte (4f) diz que ia ser o dia com melhor tempo (sim que o verão lá por aquelas bandas não está mais famoso que o de cá) reservámos para fazer praia.
De manhã apanhámos o ferry para a praia de Ocean Beach.
A vila é bem gira mas vê-se que ainda estava muito afectada pela passagem do furacão Sandy. A praia é bonita, mas como estão sempreeee a passar carrinhas e carripanas de segurança e afins, a areia fica muito marcada e estraga um bocado o cenário do areal.
Ao final da manhã e depois de uma sesta e escaldão regressou-se a Islip e almoçámos por lá.
Resta-me dizer que Islip deve ser 30x mais pequeno que S. Francisco mas é 30x mais animado.
Pronto, eu vou parar de bater em S.Francisco.
Os dois dias seguintes foram reservados para voltar à Big Apple. E com isto esquecemos a vontade de voltar para casa. Canal Street, Chinatown, Little Italy, Brooklyn Bridge, correu-se tudo de ânimo renovado.
Em Chinatown e Little Italy não faltam vendedores refundidos a sussurrar aos transeuntes "wtachs? Bags? Louis Vuitton?". Transaccionam estes materiais como se estivessem a vender droga. E a penalização de serem apanhados não deve ser muito diferente.
No final da tarde percorreu-se o financial district e espreitámos a zona do 9/11 agora já com uma super torre mesmo mesmo em fase de acabamentos. Seguimos até Staten Island. Uma boa dica: o ferry para Staten Island é gratuito e passa bem perto da estátua da Liberdade e tem-se uma vista gira do skyline da cidade. Uma alternativa económica ao barquinho para ir à própria da estátua (que agora também está fechada) e que não acrescenta grande coisa. Chegando a Staten Island espera-se 20m e volta-se no ferry de regresso, mas aqui já chovia a potes. Chegámos a casa tardissimo, mas com vontade de regressar para o seguinte e último dia.
Ainda no primeiro fim de semana que passei em NY, domingo de manhã fui à missa e posso dizer que no final de toda esta viagem americana, este está no top dos momentos inesquecíveis. Uma pequena igreja no Harlem, uma dúzia de fiéis, um pastor de nos levar às lágrimas de riso e uma missa gospel de fazer arrebitar qualquer um, fizeram desta manhã um tempo mais bem passado do que em muitos espectáculos que já assisti. Recomendo vivamente. Eu fui à igreja de East Mount Olive onde fui recebida calorosamente e me diverti e ri como nunca. Delicioso.
Ainda nesse dia dei um pulinho à Grand Central Station pois nunca tinha lá ido. Cenário de uma carrada de filmes, a estação é bonita, super ampla e talvez por ser Domingo bem mais calma do que deve costumar ser.
Central Station
Tãooo bom!!
Este senhor estava arrumadíssimo no início da missa. Eu até achava que ele tava com ar de quem não durava até ao Domingo seguinte. A música começou a tocar e o homem deve ter sido tocado pela alegria de Jesus e ficou assim.
NY - parte II
Regressados de S. Francisco, a moral vinha em baixo. Foram 3 dias secantes, o dinheiro estava a voar, o cansaço instalado e já havia sinais de se querer regressar a casa.
Desta vez o alojamento ficou por conta de uns amigos. Como sempre o fizeram, fui super bem recebida e o primeiro dia foi passado a por sonos em dia num quartinho lilás em Islip, em Long Island.
Como no dia seguinte (4f) diz que ia ser o dia com melhor tempo (sim que o verão lá por aquelas bandas não está mais famoso que o de cá) reservámos para fazer praia.
De manhã apanhámos o ferry para a praia de Ocean Beach.
A vila é bem gira mas vê-se que ainda estava muito afectada pela passagem do furacão Sandy. A praia é bonita, mas como estão sempreeee a passar carrinhas e carripanas de segurança e afins, a areia fica muito marcada e estraga um bocado o cenário do areal.
Ao final da manhã e depois de uma sesta e escaldão regressou-se a Islip e almoçámos por lá.
Resta-me dizer que Islip deve ser 30x mais pequeno que S. Francisco mas é 30x mais animado.
Pronto, eu vou parar de bater em S.Francisco.
Os dois dias seguintes foram reservados para voltar à Big Apple. E com isto esquecemos a vontade de voltar para casa. Canal Street, Chinatown, Little Italy, Brooklyn Bridge, correu-se tudo de ânimo renovado.
Em Chinatown e Little Italy não faltam vendedores refundidos a sussurrar aos transeuntes "wtachs? Bags? Louis Vuitton?". Transaccionam estes materiais como se estivessem a vender droga. E a penalização de serem apanhados não deve ser muito diferente.
No final da tarde percorreu-se o financial district e espreitámos a zona do 9/11 agora já com uma super torre mesmo mesmo em fase de acabamentos. Seguimos até Staten Island. Uma boa dica: o ferry para Staten Island é gratuito e passa bem perto da estátua da Liberdade e tem-se uma vista gira do skyline da cidade. Uma alternativa económica ao barquinho para ir à própria da estátua (que agora também está fechada) e que não acrescenta grande coisa. Chegando a Staten Island espera-se 20m e volta-se no ferry de regresso, mas aqui já chovia a potes. Chegámos a casa tardissimo, mas com vontade de regressar para o seguinte e último dia.
Concrete Jungle
17.6.13
USA -the end
Já voltei a terras lusas. Passei o dia a dormir e amanhã vou trabalhar.
Faltam-me os últimos relatos nova iorquinos e ainda não percebi se estou em negação de que estou de volta da minha cidade preferida. A coisa deve acordar em mim amanhã, quando me meter na segunda circular.
Voltarei em breve com os últimos posts e de preferência já com fotos.
Faltam-me os últimos relatos nova iorquinos e ainda não percebi se estou em negação de que estou de volta da minha cidade preferida. A coisa deve acordar em mim amanhã, quando me meter na segunda circular.
Voltarei em breve com os últimos posts e de preferência já com fotos.
11.6.13
São Francisco II
Esta que vos escreve está agora no aeroporto à espera de regressar para Nova Iorque, depois de 3 intermináveis dias em S. Francisco. Pois que depois do primeiro relato, a coisa não melhorou. A cidade não impressiona e é de longe a mais aborrecida onde alguma vez estive.
Ontem não tivemos pressa em levantar a cama, tomámos calmamente o pequeno almoço e ao final da manhã rumámos para Alamo Square, o local onde estão umas casinhas que aparece em tudo que é promoção turistica. Optámos por ir a pé. Posso dizer que na caminhada de cerca de meia hora, se passei por meia dúzia de pessoas foi muito. Um sábado de manhã em que as pessoas saem para a rua, vão fazer desporto, passear cães, levar criancinhas ao parque...nada. Não se vê vivalma naquelas ruas. Chegando a Alamo Square, que tem um pequeno parque diante das casinhas estão dois ou três de grupos estendidos na relva. As casas, as famosas Painted Ladies, são meia dúzia de casinhas não mais bonitas que as outras que rodeiam o quarteirão. Adiante que o tempo estava a esfriar e não era pouco. Daqui segiu-se também a pé para o Golden Gate Park, que foi má ideia uma vez que eu estava com calçado novo e me arruinou com os pés. Chegados ao parque, eu estava enregelada, exausta e sem conseguir andar. O que eu queria ver no parque ainda estava a dois kilómetros de distância. Desisti e achámos por bem borrifar para isto e ir dormir uma granda sesta para o hotel.
Só saímos para jantar num italiano perto de Union Square e às 22h já me tinha entregue novamente ao vale dos lençóis.
Hoje era dia de queimar horas até ao voo da noite. Um dia inteiro para ocupar numa cidade onde não há nada para ver. Bom, para não deixar passar em branco rumou-se até à Golden Gate Bridge. Eu sei que isto é repetitivo mas a nossa é melhor. Ainda fui espreitar os leões marinhos no Pier 39 e daqui foi-se engonhar novamente em Union Square.
Não quero cá voltar nem recomendo. Uma seca pegada. Em conversa com o motorista que me trouxe ao aeroporto comentava que para quem cá vive deve ser catita porque diz que há sempre muitos eventos e a cidade é tranquila, agora para quem vem de visita...24h dão, sobram e não deixam saudades.
Ontem não tivemos pressa em levantar a cama, tomámos calmamente o pequeno almoço e ao final da manhã rumámos para Alamo Square, o local onde estão umas casinhas que aparece em tudo que é promoção turistica. Optámos por ir a pé. Posso dizer que na caminhada de cerca de meia hora, se passei por meia dúzia de pessoas foi muito. Um sábado de manhã em que as pessoas saem para a rua, vão fazer desporto, passear cães, levar criancinhas ao parque...nada. Não se vê vivalma naquelas ruas. Chegando a Alamo Square, que tem um pequeno parque diante das casinhas estão dois ou três de grupos estendidos na relva. As casas, as famosas Painted Ladies, são meia dúzia de casinhas não mais bonitas que as outras que rodeiam o quarteirão. Adiante que o tempo estava a esfriar e não era pouco. Daqui segiu-se também a pé para o Golden Gate Park, que foi má ideia uma vez que eu estava com calçado novo e me arruinou com os pés. Chegados ao parque, eu estava enregelada, exausta e sem conseguir andar. O que eu queria ver no parque ainda estava a dois kilómetros de distância. Desisti e achámos por bem borrifar para isto e ir dormir uma granda sesta para o hotel.
Só saímos para jantar num italiano perto de Union Square e às 22h já me tinha entregue novamente ao vale dos lençóis.
Hoje era dia de queimar horas até ao voo da noite. Um dia inteiro para ocupar numa cidade onde não há nada para ver. Bom, para não deixar passar em branco rumou-se até à Golden Gate Bridge. Eu sei que isto é repetitivo mas a nossa é melhor. Ainda fui espreitar os leões marinhos no Pier 39 e daqui foi-se engonhar novamente em Union Square.
Não quero cá voltar nem recomendo. Uma seca pegada. Em conversa com o motorista que me trouxe ao aeroporto comentava que para quem cá vive deve ser catita porque diz que há sempre muitos eventos e a cidade é tranquila, agora para quem vem de visita...24h dão, sobram e não deixam saudades.
As Painted Ladies
Ah que linda ponte.
Safam-se os bichos
Mais Pier 39
9.6.13
São Francisco
O plano inicial era ir de Las Vegas para Los Angeles. Não ambicionei São Francisco porque achei que já era esticar a corda. Mas depois de uma noite entre amigas, disse quem esteve em ambas as cidades que S. Francisco valia bem mais a pena. E num ápice mudei de ideias. Na verdade tinha mais curiosidade por esta cidade do que por L.A.
Cheguei ontem ao final da tarde num voo da Virgin America. Recomendo. Estes aviões têm um ganda estilaço e vê-se que é uma companhia com um conceito diferente.
Mas adiante, estou há cerca de 24h em S. Francisco e o que me apraz dizer é que...esta cidade não tem graça. Do que vi até agora é de uma falta de graça, de espírito, de vibe, de alma. Parece que não se passa nada por aqui.
O meu hotel fica a cerca de 1km de Union Square. Isto por aqui à volta é só vagabundos. Já tinha lido que a cidade é um pouco assim, mas tinha esperança que o resto colmatasse isto. Malta sem abrigo, maluquinhos, um mau aspecto do caraças. Provavelmente não representam perigo, mas dão um super mau ar. Ontem jantei aqui perto no Brenda's. Um sítio giro onde comi um hamburguer tão delicioso quanto calórico. De resto aproveitei para dormir cedo e por descansos em dia.
Hoje comecei o périplo aqui por esta cidade californiana. Descobri que Union Square não é mais do que a zona de compras, o Rossio cá do sítio. As grandes lojas todas concentradas numa praça e ruas anexas. Sem graça. Tem alguma gente que anima a zona, mas não se respira dinamismo, nada. São só pessoas às compras. A praça em si também não tem nenhuma arquitectura memorável.
Bom, podia ser que apanhando o mítico cable car a coisa animasse, É o famoso eléctrico que percorre as ruas de São Francisco. Custa $6 e como fui para a primeira paragem estive 1h na fila para rapidamente perceber que bastava ter ido para a paragem seguinte, pertissimo e aí já não havia ninguém.
Então de menu pedimos uns bolos de caranguejo e umas ameijoas e de prato pediu-se uma grelhada mista de salmão e camarão e um prato de peixe espada. Ahahahahahah. Nós bem prevenimos o empregado que vinhamos de um país com bom marisco, mas o moço disse que neste restaurante em particular era mesmo muito bom. Pois, para um tipo que venha do Texas isto deve ser a loucura, para a malta que vem ali do país à beira mar plantado, esqueçam lá isso. E com o que pagámos dava para me alimentar no Ramiro durante 3 dias.
Daqui foi-se a pé à procura da Lombard Street, uma rua com curvas loucas ladeada de flores. Pelo caminho apanhei as ruas mais ingremes que alguma vez imaginei mas que fazem parte do imaginário S. Francisquiano.
Seguiu-se a pé para Chinatown. Pelo caminho apanhei uma zona de bares e pubs que via-se terem animação lá dentro, mas nada que transparecesse para a rua. Isto deve ser malta muito indoors. E estamos a falar de um sábado!
Chinatown é um bairro de lojas chinesas pois então. Diz que em tamanho só é superada pela de Nova Iorque mas tem a maior concentração de população chinesa fora da Ásia.
E pronto daqui fui andando de regresso ao hotel, onde me encontro agora em repouso.
E a piéce de resistance: o que é que me fez dar o clique para vir aqui? Visitar Alcatraz. Era. Mas só há vagas para 3f. E vou embora 2f à noite. Tá certo.
Cheguei ontem ao final da tarde num voo da Virgin America. Recomendo. Estes aviões têm um ganda estilaço e vê-se que é uma companhia com um conceito diferente.
Mas adiante, estou há cerca de 24h em S. Francisco e o que me apraz dizer é que...esta cidade não tem graça. Do que vi até agora é de uma falta de graça, de espírito, de vibe, de alma. Parece que não se passa nada por aqui.
O meu hotel fica a cerca de 1km de Union Square. Isto por aqui à volta é só vagabundos. Já tinha lido que a cidade é um pouco assim, mas tinha esperança que o resto colmatasse isto. Malta sem abrigo, maluquinhos, um mau aspecto do caraças. Provavelmente não representam perigo, mas dão um super mau ar. Ontem jantei aqui perto no Brenda's. Um sítio giro onde comi um hamburguer tão delicioso quanto calórico. De resto aproveitei para dormir cedo e por descansos em dia.
Hoje comecei o périplo aqui por esta cidade californiana. Descobri que Union Square não é mais do que a zona de compras, o Rossio cá do sítio. As grandes lojas todas concentradas numa praça e ruas anexas. Sem graça. Tem alguma gente que anima a zona, mas não se respira dinamismo, nada. São só pessoas às compras. A praça em si também não tem nenhuma arquitectura memorável.
Bom, podia ser que apanhando o mítico cable car a coisa animasse, É o famoso eléctrico que percorre as ruas de São Francisco. Custa $6 e como fui para a primeira paragem estive 1h na fila para rapidamente perceber que bastava ter ido para a paragem seguinte, pertissimo e aí já não havia ninguém.
Ah mas o percurso valeu a pena. Não. O 28 em Lisboa dá 20 a 0 a isto. Este eléctrico leva-nos até Fishermans Wharf, o grande ponto turistico da cidade. Bom, sempre tem mais alguma animação, é um sitio giro e onde se come a seafood. Mas seria como dizer que Lisboa era muita gira por causa da Feira Popular.
No Pier 39, decidimos almoçar no Fog Harbor e aproveitar para aquecer um bocado. Ah pois, ainda não referi que eu vinha à espera de temperaturas bem mais primaveris e frescas, mas nunca na vida me imaginei a rapar o frio que rapei com a ventania louca que se faz sentir em toooodaaaaa a cidade e não por ser só ali junto ao mar.Então de menu pedimos uns bolos de caranguejo e umas ameijoas e de prato pediu-se uma grelhada mista de salmão e camarão e um prato de peixe espada. Ahahahahahah. Nós bem prevenimos o empregado que vinhamos de um país com bom marisco, mas o moço disse que neste restaurante em particular era mesmo muito bom. Pois, para um tipo que venha do Texas isto deve ser a loucura, para a malta que vem ali do país à beira mar plantado, esqueçam lá isso. E com o que pagámos dava para me alimentar no Ramiro durante 3 dias.
Daqui foi-se a pé à procura da Lombard Street, uma rua com curvas loucas ladeada de flores. Pelo caminho apanhei as ruas mais ingremes que alguma vez imaginei mas que fazem parte do imaginário S. Francisquiano.
Seguiu-se a pé para Chinatown. Pelo caminho apanhei uma zona de bares e pubs que via-se terem animação lá dentro, mas nada que transparecesse para a rua. Isto deve ser malta muito indoors. E estamos a falar de um sábado!
Chinatown é um bairro de lojas chinesas pois então. Diz que em tamanho só é superada pela de Nova Iorque mas tem a maior concentração de população chinesa fora da Ásia.
E pronto daqui fui andando de regresso ao hotel, onde me encontro agora em repouso.
E a piéce de resistance: o que é que me fez dar o clique para vir aqui? Visitar Alcatraz. Era. Mas só há vagas para 3f. E vou embora 2f à noite. Tá certo.
Union Square
O tal do eléctrico
City View
Alcatraz, o mais perto que haveria de me conseguir chegar a ela
Ui, grande rambóia por aqui. Upa upa.
Lombard Street
Chinatown
8.6.13
Winning day - Grand Canyon, Poker Star and more
Para queimar os últimos cartuchos com o carro aproveitámos só para ir espreitar o hotel New York. Ap estilo do Paris também recria algumas ruas da cidade. Entregou-se o carro e fiz uma última incursão à piscina. Juro, aquilo é surreal. Quando possível ponho fotos e vídeos. Só espero não ter apanhado cerca de 34.715 micoses e infecções naquelas águas.
Às 16h40 estava prontinha no lobby do hotel Ballys à espera do shuttle para seguir rumo ao meu destino top de toda esta viagem. O Grand Canyon.
A ideia inicial era ir de carro, mas a coisa demorava cerca de 4h mais outras tantas para voltar...era puxadote só para ir ver um miradouro.
Vai daí abriram-se os cordões à bolsa e vai de apanhar um tour de helicóptero.
No hotel apareceram-nos com uns programas de mais de $500. Eu queria voar, parar e ver o por do sol, queria o rolls royce das tours. Calha que pela internet arranjei aqui por 250€. Esta malta dos hóteis é sempre a meter ao bolso.
E adianto que vale bem a pena a experiência. Andar de helicoptro é muitooo giro, a viagem é impecável e paramos cá em baixo no colorado river com direito a champanhe e mini lanche.
O Grand Canyon é espectacular. É o que se vê nos filmes e fotos, mas estando lá ganha proporções avassaladoras.
De regresso o nosso piloto brinda o grupo com uma banda sonora à medida, levantamos voo com a música do top gun e a partir daí é all american style.
No nosso voo ia também um casal sénior de ingleses e um casal de indianos em lua de mel de Bombaim que por acaso estavam no nosso hotel e com quem fomos a conversar todo o caminho de regresso. Também andam às voltas pelos EUA e anda iam passar uns dias em Cancun. O pai da rapariga conhece perfeitamente Portugal porque costuma ir em negócios e adooooraaaaa o nosso país :).
À noite eu estava de rastos, aliás tem sido um modo de estar nesta viagem: cansada fisicamente e sempre com uma pedrada de sono gigante.
Mas afinal a noite ainda traria surpresas.
Depois de dois torneios de poker falhados (não eu, que sou uma forreta do pior e no total gastei uns $20 em jogo sem ganhar coisa nenhuma) à terceira foi de vez e às 3h30 o meu sono foi interrompido com a entrada do meu Poker Star pelo quarto adentro com um leque de notas. Tínhamos vencedor!
Às 16h40 estava prontinha no lobby do hotel Ballys à espera do shuttle para seguir rumo ao meu destino top de toda esta viagem. O Grand Canyon.
A ideia inicial era ir de carro, mas a coisa demorava cerca de 4h mais outras tantas para voltar...era puxadote só para ir ver um miradouro.
Vai daí abriram-se os cordões à bolsa e vai de apanhar um tour de helicóptero.
No hotel apareceram-nos com uns programas de mais de $500. Eu queria voar, parar e ver o por do sol, queria o rolls royce das tours. Calha que pela internet arranjei aqui por 250€. Esta malta dos hóteis é sempre a meter ao bolso.
E adianto que vale bem a pena a experiência. Andar de helicoptro é muitooo giro, a viagem é impecável e paramos cá em baixo no colorado river com direito a champanhe e mini lanche.
O Grand Canyon é espectacular. É o que se vê nos filmes e fotos, mas estando lá ganha proporções avassaladoras.
De regresso o nosso piloto brinda o grupo com uma banda sonora à medida, levantamos voo com a música do top gun e a partir daí é all american style.
No nosso voo ia também um casal sénior de ingleses e um casal de indianos em lua de mel de Bombaim que por acaso estavam no nosso hotel e com quem fomos a conversar todo o caminho de regresso. Também andam às voltas pelos EUA e anda iam passar uns dias em Cancun. O pai da rapariga conhece perfeitamente Portugal porque costuma ir em negócios e adooooraaaaa o nosso país :).
À noite eu estava de rastos, aliás tem sido um modo de estar nesta viagem: cansada fisicamente e sempre com uma pedrada de sono gigante.
Mas afinal a noite ainda traria surpresas.
Depois de dois torneios de poker falhados (não eu, que sou uma forreta do pior e no total gastei uns $20 em jogo sem ganhar coisa nenhuma) à terceira foi de vez e às 3h30 o meu sono foi interrompido com a entrada do meu Poker Star pelo quarto adentro com um leque de notas. Tínhamos vencedor!
o meio de transporte
1ª vista
há aqui fotos cujas cores não estão do melhor, mas era isto ou demorar mais uma semana até ter tempo de dar um cheirinho de photoshop nisto.
Outlet, Capelas do amor e Freemont Experience
A primeira paragem com o carro foi num outlet nos limites da cidade. Depois de 3h dentro da Converse e 3 pares de ténis depois acho que fiz um bom deal nos meus primeiros all star: 20 dólares. Aos 33 anos ter os primeiros ténis destes é inédito. De resto, o outlet tem bastantes lojas e ainda se fizeram umas compras na Sketchers e Gap e deu-se por concluida a tour das compras.
De seguida estava na hora de visitar as Wedding Chappels. Apesar dos hotéis terem as suas próprias capelas eu estava interessada naquelas mesmo kitsh do nosso imaginário, e passando o hotel Stratosphere (aquele da torre) elas aparecem que nem cogumelos, cada uma mais pirosa que outra, uma maravilha.
E não é que estava mesmo gente a casar numa 4f à tarde sob 40graus à sombra?? Awsome!
À noite, quis ir espreitar a Freemont experience. Demorei cerca de hora e meia a dar com aquilo, quando afinal estava numa localização pralá de fácil. A Freemont street é uma rua onde ao que parece foi onde começou a Las Vegas dos casinos e hotéis. Depois de anos mais tarde tudo se ter concentrado na Strip, esta rua foi então reinventada. Tem um tecto todo iluminado e apesar de tal como a Strip, ser cheia de casinos, luzes e acção, o ambiente é bem diferente. Mais barulho, mais acção e um tecido humano mais alternativo. Uma opção bem divertida e diferente para uma noite em Las Vegas.
De seguida estava na hora de visitar as Wedding Chappels. Apesar dos hotéis terem as suas próprias capelas eu estava interessada naquelas mesmo kitsh do nosso imaginário, e passando o hotel Stratosphere (aquele da torre) elas aparecem que nem cogumelos, cada uma mais pirosa que outra, uma maravilha.
E não é que estava mesmo gente a casar numa 4f à tarde sob 40graus à sombra?? Awsome!
À noite, quis ir espreitar a Freemont experience. Demorei cerca de hora e meia a dar com aquilo, quando afinal estava numa localização pralá de fácil. A Freemont street é uma rua onde ao que parece foi onde começou a Las Vegas dos casinos e hotéis. Depois de anos mais tarde tudo se ter concentrado na Strip, esta rua foi então reinventada. Tem um tecto todo iluminado e apesar de tal como a Strip, ser cheia de casinos, luzes e acção, o ambiente é bem diferente. Mais barulho, mais acção e um tecido humano mais alternativo. Uma opção bem divertida e diferente para uma noite em Las Vegas.
Driving in Vegas
The Strip à luz do dia
Idem
Pois é ele mesmo nas capelinhas. Não vi foi nenhuma Marilyn.
The Freemont experience
Uma cachopa de um dos concertos que vai havendo pela Freemont
New York Hotel
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