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12.9.18

Resort Life - como quebrar a rotina

Parecendo que não, esta coisa de não fazer nadinha também aborrece.
E sabendo disso, estes Resorts oferecem muita coisinha para a malta se entreter.
Eu gostava de dizer que mesmo para quem não gosta de praia e piscina, aqui também passa um bom bocado. Até pode passar, mas a cena de esparramar na espreguiçadeira sem fazer nada é incontornável e se alguém não gosta disto pode arranjar mais que fazer, mas vai andar muito solitário...

Eu fiz pouca coisa, do que não fiz/vi/experimentei:
- aulas na piscina: danças, cenas em cima de pranchas
- ginástica na praia: zumbas e afins
- há kids club para os putos, nem fui ver
- SPA - muito bom ar, mas carooooooo. Massagens a $200, não dá né? Nós bem dizíamos que aquilo era preço para americano mas nem assim tiveram piedade de nós.
- Excursões - de jipe, tipo aventura na selva, ver golfinhos e cenas - contem com no mínimo $80 por pessoa

Existem várias excursões, existem vários vendedores, metade deles dizem que a outra metade são fajutos. Há que escolher com algum critério, sendo que eu sugiro alguém do hotel. Os que andam pela praia...hmmm...desconfiar...

Onde me entreti:
- Tchananannnnnn....opá fui ao ginásio!! Fogo, eu acho que só por isto merecia ir aos Óscares agradecer qualquer coisa a alguém que me meteu de certeza uma droga qualquer no copo de água que me deram no avião.
Antes de ir de férias andei naquele modo "operação bikini 2018" e fui ao ginásio montes de vezes.
E vai que achei boa ideia por na bagagem ténis e roupa de treino. E não é que lhes dei mesmo uso?!? Fui 3 vezes ao ginásio!
E o que é que me moveu?
Ora, o descargo de consciência por chegar aos buffets e comer mais à vontade. Aquela cena do "eu treino, eu posso". Mas sobretudo foi o jetlag. Isto de acordar às 6h e não ter nada para fazer...dei por mim a sair do quarto às 7h30 equipada, ir a correr até ao ginásio, estar lá uns 45 minutos, voltar a correr, tomar duche, vestir bikini e estar no pequeno almoço, fresca e fofa pelas 9h00.
E ainda dá para travar conhecimentos, porque o senhor da foto abaixo, o Victor, que se apresentou como "I'm a certified personal trainer" fez questão de me ajudar a fazer os exercícios ao melhor estilo PT à borla.
Ir ao ginásio, 3 vezes, de madrugada. Isto merece prémio ou quê? Eu acho que merece.

- Barco à vela. Na praia, mediante reserva podemos alugar gratuitamente uma espécie de mini catamaran à vela. Tínhamos dois experts em vela (um mais que outro) e portanto fui por duas vezes fazer um passeio junto à costa. A brisa é boa, os salpicos de água morna sabem bem.

- Excursão à ilha Saona
Vendemos a alma ao Félix. Um dos comerciais que andava pela piscina a pregar excursões. E ele bem que nos estava a tentar vender outra, de meio dia, mas nós embicámos com Saona, que aquilo é que era. Para 6 pessoas, a coisa ficou em cerca de 380€.
Saona é uma ilha, já virada para o mar das Caraíbas e bem bonita com águas muito tropicais sim senhora. Mas o frete que é para lá chegar não vale a pena. Mesmo.
. Às 7h estamos no lobby do hotel para uma carrinha nos apanhar. Fomos no último dia de férias e por isso, acordar às 6h já custou um bocado.
. Essa carrinha vai a outro hotel buscar mais gente, que demoram a chegar
. Daí seguimos para uma estação de serviço onde fazemos uma pausa. Até aqui já são umas 8h
. Entramos num autocarro, que nos leva durante praticamente duas horas ao porto de embarque para Saona. O autocarro é manhoso, a música é manhosa, a viagem é uma seca.
. Chegamos ao porto de embarque e ficamos uma hora à espera não se sabe do quê, a ver todos os outros grupos a embarcar menos nós. Já passa das 11h30, nós acordámos há 5h30 e ainda não se passou coisa nenhuma.
. Ando em perseguição à suposta organizadora da coisa, que só me diz que falta um papel e foge de mim.
. Lá aparece a lancha rápida que nos vai levar. É-nos apresentada a Mama Lina a nossa guia, dominicana. Mulher rija, com humor, mas que toca aquele grupo como se fôssemos um pelotão da Coreia do Norte.
. Arranca a lancha e daí a 20 minutos estamos no meio do mar para uma paragem rápida para snorkeling. Tudo à água. Óculos com tubo, ver peixinhos, tentar respirar com aquele treta, tentar que os putos não se afastem do barco e se afoguem. 15 minutos depois, subir para a lancha.
. Segue na lancha mais uns 25 minutos e paragem nas piscinas naturais. Maravilha. água azul cristalina, água parada que nem piscina. É o paraíso.
. Vai na lancha outra vez e lá chegamos a Saona. São umas 13h.
. Saona deve ser bonito, mas onde chegamos está hiper mega turistado e não temos tempo para sair dali e explorar coisa alguma. Montes de espreguiçadeiras à beira mar, muitos grupos e muita gente.
. A Mama Lina chama-nos para almoçar. Um toldo de palmeira em 4 estacas e o almoço serve-se em baixo, numa filinha indiana para lá de triste. Estamos de pratos e talheres na mão à espera da nossa vez para umas opções manhosas. Sentamos a comer em bancos e mesas de madeira, a afastar as vespas que tentam a toda a força comer o nosso repasto.
. Acaba o almoço e vamos tirar 458 fotos na palmeira, à beira mar com e sem companhia. Damos 4 ou 5 mergulhos nas águas quentes.
. Quando menos se espera a Kim Jong Lina está a chamar-nos para o regresso.
. Vai tudo para dentro do Catamaran. São umas 14h30.
. No Catamaran, que até podia ser uma boa experiência - sol, música e bebida - é um pesadelo. Vamos basicamente durante 2h30 a ser gaseados com o combustível daquilo. Um cheiro que não se aguenta e a deixar-nos todos mal dispostos. O pessoal a falar aos berros e a dançar como se aquilo fosse a cena mais divertida da vida. Opá não é. Não é e demora mesmo muito a terminar.
. Depois disto, volta a entrar num autocarro, também super merdoso. Ainda mais que o da manhã e levamos com mais umas 2h de viagem.
. Chegamos ao hotel pelas 19h a chorar o dinheiro e o dia perdido.

E é isto o que tenho a dizer da Resort Life. Não se prendam com as aparentes coisas más, o que é bom compensa, a malta relaxa, come à vontade e volta com vontade de repetir um dia destes quando menos se esperar.


A prova de que eu fui ao ginásio. Com meu Certified Personal Trainer, Victor

 Porto de embarque para Saona

 Vista Ilha

No snorkeling

Piscina natural

 Saona


Almoçar em Saona, beach style


Um adeus à Resort Life







10.9.18

Resort Life - Tudo de bom!

Já nos instalámos, já dormimos, estamos de férias nas Caraíbas, o mundo é lindo e a vida sorri.
A sério, agora é mesmo assim, já não estou a brincar. O deleite também merece ser tratado com seriedade.

O primeiro típico dia de resort começa com a ida ao buffet tomar o pequeno almoço. Abre às 7h e nós somos os primeiros a chegar (jet lag, remember??).
Está aquele calorzinho abafado bom, temos o biquíni vestido com chinelos no pé e cheirinho a protector solar...mentalmente fazemos aquelas cenas da gratidão e pensamos "fogo, ganda sorte que eu tenho na vida". Vamos espreitar o mar antes de ir engordar comer e com aquele azulinho a piscar o olho...não resistimos e vamos só experimentar a temperatura da água.
Ahhhhhhhhhhhhhhh tãaaaooooooooooo bommmmmmmmmmmmmm. Algarve my ass.
O mar está é cheio de algas, mas eu já passei as informações menos boas, por isso vamos ignorar este tema. Esse e apanhar mau tempo. Está fora do alcance da Resort Life. Temos que aceitar aquilo que não podemos mudar e dar graças e absorver a luz e o amor dos que nos rodeiam e ser resilientes nestas aparentes dificuldades.
Nota-se muito que por esta altura o modo ZEN está fortemente ON?
Vamos comer. Deixo a nota que devem chegar mais pelas 8h ao buffet, porque às 7h ainda não têm tudo posto e é desagradável estarem de bandulho cheio quando vêem as torradas francesas a chegarem.
Um bom resort distingue-se pela comida. Atentai nisto quando escolherem, porque senão ao 3º dia já não podem com aquilo.
Este Melia Paradisus era tudo de bom...manga e melancia maravilhosas, sumos naturais, cenas saudáveis, panquecas, croissants. Não vale a pena listar porque é mesmo muita coisa e mesmo muito boa. Há que tentar com muita força não descambar.
Depois começa aquela vidinha santa de praia-piscina.
Normalmente nestes locais eu opto sempre pela praia. Este foi o primeiro resort em que passei mais tempo na piscina. A praia era óptima, mas estava com uma invasão de algas que só melhorou nos últimos dias. A temperatura estava excelente e eu nem me chateio muito com as algas, mas vá, falta aquele sensação de águas límpidas. E tinha umas pequenas ondas, boas para estar na palhaçada, mas eu prefiro água parada. Por isso, ainda que tenha todos os dias feito praia e piscina, acho que no geral fiz mais piscina.
A piscina também era ela bem boa, mas mantive-me longe da zona do bar - há bar dentro da piscina - porque era a zona de maior confusão. Muito americano gordalhufo a rir alto e a mamar copos como se não houvesse amanhã. Também era desse lado que montavam a cena de DJ à tarde. Eu ficava do lado oposto na paz e serenidade. Sou portanto, uma velha no Resort.
Lê-se um livro, dá-se uns mergulhos, reforça-se o protector, bebe-se qualquer coisa, passa-se pelas brasas e bate na hora de almoço.
Peregrina-se até ao buffet escolhido para o repasto e cá vai disto: comer, beber, repetir e ir às sobremesas. Felizmente, e agradeço a todos os santinhos por isso, eu não gosto das sobremesas destes resorts. São sempre umas miniaturas manhosas com cremes esquisitos. O que não invalida que não tenha direito à minha dose de açúcar, porque há gelados e esses, nunca desiludem.
Cheios, muito cheios, voltamos a repetir a dose: praia/piscina/fotos/ler/beber/dormir.
Ali pelas 17h/18h recolhemos ao quarto, toma-se um banhinho, passa-se os olhos pelo telemóvel a ver os instagrams alheios. No fundo é para aproveitar o ar condicionado do quarto e lá pelas 20h saímos para jantar.
Lembram-se que foram bons meninos e marcaram os restaurantes todos mal chegaram?
Pronto, então é isso, cada noite vai-se a um restaurante temático para desenjoar do buffet. Há italianos, japoneses, caribenhos, mediterrânicos, mexicanos...também há uns ainda mais chiques melhores mas já se pagam à parte. E aqui é um restaurante normal à la carte, com a diferença que no fim saímos sem pagar a conta.
Depois, achamos boa ideia ir espreitar o show dessa noite. Aguentamos 15 minutos e pelas 22h estamos de volta ao quarto preparadíssimos para ferrar no sono.

No dia seguinte: é repetir.

Próximo episódio: como quebrar a rotina dos dias da Resort Life.

 Praia com algas

 Piscina
 Mergulho na piscina

 Mais praia




14.8.18

Resort Life - o que ainda parece que não é lá muito bom

Dependendo do hotel que escolham, vão perceber que existe uma ou outra nacionalidade predominante nesse resort. No nosso caso eram essencialmente americanos e alguma malta a falar espanhol, que assumi que seriam algures da América latina.
A questão é: esta malta está ali muita bem porque não padece de jet lag!! Está tudo no mesmo fuso horário mais hora menos hora.
Já os portuguesinhos, chegam completamente às aranhas e têm a sua alvorada a meio da noite dominicana. Eu que já não vou para nova, posso dizer que já lidei bem melhor com isto. Basicamente preparem-se para acordar muito cedinhoooo e querer ir dormir ali pela hora ainda que têm que decidir se querem o bolo de chocolate ou o manjar de manga como sobremesa.
E as criancinhas? Esses seres cheios de energia? Ahhh estão a contar com isso não é? Ao menos dá-lhes o sono cedo e a malta sempre descansa. Preparem-se mas é para mega birras de sono, ninguém quer jantar, adormecem em cima da mesa e a única coisa que lhes sai da boca é "dá-me o cartão para ir para o quarto". Excelente não é? E os adultos podem ir para o regabofe e beber daiquiris à fartazana nos bares. Não. Vocês também vão querer o cartão para ir para o quarto.

Eu sei, até aqui tudo parece meio horrível na vida de resort. Mas estou só a largar o lado negro da coisa para depois despejar tudo o que é bom!!

Viver uma semana num resort é não fazer rigorosamente nada. Mas ainda assim há coisas que dão trabalho:
- ir buscar a toalha de praia e depois ir buscar mais na piscina
- Ter ali meio momento de enervanço para escolher a espreguiçadeira, porque está tudo marcado com toalhas de gente que basicamente desaparece o dia todo. Tomem-se por parvos 2 a 3 dias, depois disso, escolham a cadeira que querem e mandem de lá para fora as toalhas dos espertinhos.
- Dizer todos os dias, 3 a 4 vezes ao dia, aos senhores das excursões que ainda vão pensar nisso
- Marcar os restaurantes temáticos para a noite: dá trabalho porque tem que ser logo no primeiro dia para marcar a semana toda, sob pena de depois não terem vagas e ainda tem que se conciliar os gostos de todos.
- Almoçamos em qual buffet hoje? Isto parece que não mas agasta uma pessoa...
- Piscina ou praia? Dilemas que arrasam o descanso de qualquer um
- Colocar protector solar. Alerta crianças! Muahahahah - vocês sabem do que falo...
- Passar o bikini/fato de banho por água e estendê-lo - ufaaaa, atão uma pessoa vem all inclusive e tem de ter esta trabalho todooooo?
- Pode dar-se o caso de um ocasional desarranjo intestinal e é prevenir para aquela correria em busca de um wc. Também custa. Estamos solidários com estas vítimas.

E é isto. Agora é que juro, juro mesmo, vêm aí as coisas boas, bem boas.


Vista matinal

10.8.18

Não neguem à partida uma vida de resort que desconhecem

Os puristas das viagens gostam muito de enxovalhar a malta que só gosta de resort, e a malta de resort gosta muito de insultar a malta da mochila às costas. É daquelas coisas que um nunca há-de perceber o outro (nunca dizer nunca, que pode sempre haver uns convertidos).
 Um porque entende que tudo o que é radical dá para ver no conforto do seu sofá em pele, a assistir ao National Geographic e o outro porque acha que ficar fechado num hotel, com tanto país profundo para conhecer, é só um desperdício de cultura e dinheiro.

E depois há os vendidos. EU. Marcha tudo.
Como rejeitar mar azul, cama king size e não ter que mexer uma palha? É que nem para esperar pela comida uma pessoa tem que se preocupar. Ela está lá sempre.
E como torcer o nariz a culturas loucas, vivências diferentes, comida surpreendente, cenários espectaculares?

Sim, sim...o meu coração bate mais por uma viagenzinha louca. Mas isto hoje não é para falar de viagens, é para falar de férias (também tenho o meu preconceito estereotipado e então?).

As férias de verão deste ano tiveram direito ao meu Algarve, mas antes passaram pela República Dominicana, Punta Cana, Melia Paradisus em 7 dias de puro ócio.

Não foi a primeira vez que fiz resort e também não foi a primeira vez que fui a Punta Cana. Já lá tinha estado no início de 2011 e soube que nem ginjas. Afinal, haverá sítio melhor para ir curtir uma fossa amorosa que o mar das Caraíbas? Dúvido. A Carrie Bradshaw que o diga.

Também já bati os costados no Brasil - viagem de finalistas, hip hip hurray; em Cuba- Havana é linda, no México e nas Maldivas - ahhh Maldivas.
Claro que as Maldivas são imbatíveis, mas as Caraíbas ganham na relação qualidade/preço e das experiências que tive, Punta Cana era a melhor, para quem não quer mesmo fazer mais nada. São os que têm melhores praias e hotéis.

E basicamente como é uma semaninha nesta vida complicada?

1º DIA
 - Temos as malas feitas, excítadissimos por as férias irem começar. Vamos para o aeroporto 200h antes, porque como é bagagem de porão já se adivinham as filas. E confere, muita horinha passada no aeroporto em filas que nunca mais acabam.
 - Finalmente instalados no avião charter, que nem sardinhas em lata (fui na Orbest) e depois de 400 famílias a discutirem porque a companhia - o aeroporto - as hospedeiras de terra - o sistema - o piloto - ou a senhora da limpeza - ou lá quem quer que seja- mas que deve ser despedido - decidiu trocar os lugares, o que resultou em irem famílias inteiras separadas - o voo lá arranca.
- começa a berraria dos mainovos. Aqueles que nem pagam bilhete e vão ao colo de suas mães ou aqueles que pagam meio bilhete, porque temos que compreender que aquela família não sabe o que é descanso vai para 2 anos e apesar de já não poderem ver o puto à frente, decidem que para Punta Cana é que é e têm que ir todos porque não conseguem deixar a criança. Ainda que o puto vá sofrer horrores dentro do avião 7h ou 8h e nunca na vida se vá lembrar que lá esteve.
Podiam ir de carro até à Isla Cristina onde também há piscinas? Podiam. Mas depois como é infernizávam a criança e os restantes passageiros do avião?
Mas não se apoquentem que depois de chegados lá, criança e demais passageiros esquecem tudo e adoram tudo e prometem voltar todos os anos.
- Lá vem o almocinho para começar a entreter o pessoal e eu esganada de fome opto pelo prato de massa com o objectivo de me saciar mais. Diz que era ravioli de espinafres. Não disseram é que eram prái 5 raviolis. Com um mini bola de pão seco e um pudim manhoso. Fome, muita fome. Valeu-me o meu ar de cachorrinho abandonado e a assistente de bordo fofinha e compreensiva que me disse "eu já lhe levo mais uma dose".
- E...chegamos à República Dominicana!
Não sem antes preencher um papel com letras minúsculas com dados que nunca ninguém vai ler para qualquer coisa lá deles a ver com imigração. Ou emigração. Olhem nem sei o que era aquilo. Desconfio que eles também não.
- Muita atenção: vão aparecer uns dominicanos muito prestáveis a querer levar a v/ bagagem até ao bus...se estiverem numa de começar a largar gorja, aproveitem. Se são fiéis ao espírito tuga, é fugir desta malta a sete pés. Invistam numa mala com rodinhas que vão muito bem.
- Ahhh conseguiram ser os primeiros a sair do avião, furaram a fila toda de entrada no aeroporto, bateram logo com os olhos no shuttle que vos vai levar às merecidas férias. Hurray. Agora só têm de esperar pelas outras 4 famílias que vão no mesmo shuttle mas que devem ter ficado mais para o fim da filinha...
- E com isto, já está tudo pegajoso destes 30º absolutamente húmidos e as calças de ganga que trouxemos de Portugal, mais os ténis, não são assim o ideal para nos pormos ao fresco. Fora isso já estamos ali pelas 22h30 portuguesas, 17h Dominicanas. Começa a bater o cansaço, assim levezinho.
- Lá vamos de carripana Punta Cana afora, naquele estilo de condução Latino Caribenho - aka salve-se quem puder - ainda assim muito fraquinhos comparados com umas motitas vietnamitas.
-4 resorts depois - é óbvio que o nosso será sempre o último só para chatear - chegamos!
- Check in - mostra identificação, mostra identidade, mete pulseira, 34 explicações não sei do quê, vai para a entrada esperar o combóio - sim que os quartos são longe, se forem perto é porque vos saiu uma zona cocó. Pagassem mais.
- Chegada ao quarto. Já são praí 1h da manhã portuguesa, já ninguém quer falar com ninguém...mas ainda temos de ir ali ao buffet jantar.
- Ahhhh buffettttt....e este bafo calorentooooo....e as crianças com as cabeças tombadas sobre a mesa mas ainda com força para se mandarem às sobremesas.
- 22h Dominicanas e está tudo a roncar na cama e a tentar manter a onda zen, porque amanhã é que vai ser, isto hoje foi só um pesadelo necessário.

2º DIA
4h30 da manhã dominicanas - os portugueses acordam...alvorada!!

(...to be continued)