O quarto dia em terras nórdicas amanheceu radioso. Bom ok, às 2h30 da manhã era capaz de não estar ainda um sol quentinho, embora já fosse dia, mas garanto que ainda de manhã deu para jogar à bola descalça no relvado com o Óscar, o canino residente que é um amor e estender a apanhar vitamina D. Uma maravilha. A vida no campo também é muito boa.
De tarde fomos conhecer locais de infância nos arredores, assim uma espécie de Alverca-Lisboa e...muito importante: fui conhecer a primeira loja IKEA. É redonda. A estrutura é redonda e mesmo lá dentro andamos em circulo. De resto, é uma loka IKEA. Se bem que tenho ideia que cá não existem os sofás cor de rosa. Uma pena.
O quinto dia levou-me de novo a Estocolmo para comprar os recuerdos, mas o dia brindou-nos com uma bela chuvada e por isso nem sequer há fotos a assinalar. Foi comprar lápis, tshirts, marcadores de livros, almoço e zarpar para casa. Tentámos almoçar num restaurante italiano mas não havia o queriamos do menu e a empregada não falava sueco (????). Verdade eu também não falo, mas não é esquisito sentarmos numa mesa em Portugal e o empregado dizer "sorry i don't speek portuguese"?
É esquisito não é? Mas estranhamente isso aconteceu na semana seguinte no Algarve. Este turismo anda baralhado com os conceitos "aldeia global" e "torre de babel".
Mas estamos em sexta feira. No final de tarde o dia acabaria por melhorar e dou por mim a sair de casa às 22h da noite, com o sol alto, vestida prá night mas para a qual diz que às 22h já vou até atrasada!
Ameaçada por aquilo que ia encontrar de miúdas giras à noite, tirei o meu vestidinho novo do armário e lá fui eu tentar não destoar no meio das suecas by night.
Tantaaaaa gaja boa! Céus que nervos! Giras, jeitosas e semi despidas.
Homens solitários deste mundo, se querem acabar com esse estado, a Suécia é o caminho.
E diz que Estocolmo até está vazio, já que Julho é o mês top para os suecos fugirem todos de férias para o estrangeiro.
Andámos a ver várias hipóteses de poiso. Há para vários gostos: os sítios da miúdagem, o das gajas giras que se mostram, o do convívio dos bêbados de final de noite. Nós acabámos num em que não havia uma única mulher de jeito, mas cuja música era mais animada e a faixa etária dentro da nossa.
Confirmei o que já me tinham dito, esta malta sueca tem poucos modos. Levei os encontrões da minha vida, mas que para eles é perfeitamente normal e não é expectável que olhem para trás a pedir desculpa.
O pessoal de lá insiste em falar comigo em sueco e eu não percebo do alto do meu 1,57m e pele morena, o porquê.
Chegamos a casa às 2h e eu em pânico porque já me vou deitar com o amanhecer.
De tarde fomos conhecer locais de infância nos arredores, assim uma espécie de Alverca-Lisboa e...muito importante: fui conhecer a primeira loja IKEA. É redonda. A estrutura é redonda e mesmo lá dentro andamos em circulo. De resto, é uma loka IKEA. Se bem que tenho ideia que cá não existem os sofás cor de rosa. Uma pena.
O quinto dia levou-me de novo a Estocolmo para comprar os recuerdos, mas o dia brindou-nos com uma bela chuvada e por isso nem sequer há fotos a assinalar. Foi comprar lápis, tshirts, marcadores de livros, almoço e zarpar para casa. Tentámos almoçar num restaurante italiano mas não havia o queriamos do menu e a empregada não falava sueco (????). Verdade eu também não falo, mas não é esquisito sentarmos numa mesa em Portugal e o empregado dizer "sorry i don't speek portuguese"?
É esquisito não é? Mas estranhamente isso aconteceu na semana seguinte no Algarve. Este turismo anda baralhado com os conceitos "aldeia global" e "torre de babel".
Mas estamos em sexta feira. No final de tarde o dia acabaria por melhorar e dou por mim a sair de casa às 22h da noite, com o sol alto, vestida prá night mas para a qual diz que às 22h já vou até atrasada!
Ameaçada por aquilo que ia encontrar de miúdas giras à noite, tirei o meu vestidinho novo do armário e lá fui eu tentar não destoar no meio das suecas by night.
Tantaaaaa gaja boa! Céus que nervos! Giras, jeitosas e semi despidas.
Homens solitários deste mundo, se querem acabar com esse estado, a Suécia é o caminho.
E diz que Estocolmo até está vazio, já que Julho é o mês top para os suecos fugirem todos de férias para o estrangeiro.
Andámos a ver várias hipóteses de poiso. Há para vários gostos: os sítios da miúdagem, o das gajas giras que se mostram, o do convívio dos bêbados de final de noite. Nós acabámos num em que não havia uma única mulher de jeito, mas cuja música era mais animada e a faixa etária dentro da nossa.
Confirmei o que já me tinham dito, esta malta sueca tem poucos modos. Levei os encontrões da minha vida, mas que para eles é perfeitamente normal e não é expectável que olhem para trás a pedir desculpa.
O pessoal de lá insiste em falar comigo em sueco e eu não percebo do alto do meu 1,57m e pele morena, o porquê.
Chegamos a casa às 2h e eu em pânico porque já me vou deitar com o amanhecer.

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