9.7.12

Suécia - dia 1 e 2

Tendo ultrapassado a questão da anunciada greve de pilotos (vou guardar a minha opinião sobre isto para um outro dia) lá cheguei ao aeroporto de Arlanda onde nos esperava um dia meio cinzento mas temperatura agradável. Vai-se a ver e isto não é o polo norte e aguenta-se uma manga curta. Durante esta semana fico alojada na zona de Åkersberga que é assim uma espécie de periferia de Estocolmo, mas ligeiramente diferente do que se entende de periferia de Lisboa. Vem-nos assim à cabeça aquelas arquitecturas giras de Sacavém, Amadora, Reboleira não é? Pois isto aqui é mais casinhas lindas e amorosas! Estão semeadas no meio de uma imensa vegetação verdejante, viradas sobre lagos e por onde de quando em vez pululam alces, raposas e bambis. Só se ouvem passarinhos. Para quem estiver a pensar escrever um livro, este é o sítio. As casas são pré fabricadas e por dentro são fotocópias dos espaços decorados da IKEA. Ampla e com mega janelas, esta casa é o convite para umas férias de relax total. A chegada fez-se com uma refeição sueca caseira (salmão) e lá pelas 23h fomos dormir porque até era quase de noite. Ali pelas 2h30 comecei a ouvir passarinhos a cantar porque já amanhecia novamente, mas ainda assim aguentei o sono até às 7h30 já com o sol a inundar-me a cara. Hoje conduzi pela primeira vez num país estrangeiro. A coisa durou cerca de 5km. Com a minha lentidão na condução e comentário "eu devia ir a ver as vistas" fui expulsa para o lugar do pendura. Almocei num shopping que dá acesso ao metro. E aqui começa o interesse da vida sueca. Um espaço dentro do genero hard rock café onde comi entradas, uma ceasers salad (e das bem servidas), bebida e café por 8 euros. Beat that Lisbon! Apanhámos o metro e lá chego a Estocolmo. Fomos de metro porque se paga uma taxa para entrar e sair da cidade de carro, nos dias de semana. Tenho um passe para uma semana que me permite andar em todos os transportes que custou 30€. "Ah em Lisboa um passe mensal custa quase o mesmo". Pois mas em Lisboa não há passes semanais, e para um turista compensa comprar um passe semanal, porque para as vezes que vai andar de transportes, pagar à unidade sai um balúrdio! Estocolmo apresenta-se logo com um canal ensolarado e uns quantos locais a aproveitarem o bom clima nas margens relvadas. Seguimos ao longo do canal e vamos dar ao edificio onde se atribuem os prémios Nobel. O dia foi de longaaaaS caminhadas e passei pelo palácio real, onde a familia não mora mas utiliza para cerimónias oficias; pela casa do primeiro ministro, que digamos, está assim ligeiramente mais acessivel que o n10 da Downing Street. Seguimos por uma rua de lojas e gente aos montes onde aproveito para comer um gelado e descansar as pernas. Aproveitamos o passe e apanhamos o barco que nos leva a gröna lund, um parque de diversões onde haveremos de ir um outro dia e fazemos o caminho de volta junto ao canal. Passamos por uma casa temática dedicada à Pipi das meias altas, uma criação sueca da escritora Astrid Lindgren. Por fim chegamos ao "centro" de Estocolmo, a t- centralen, diz que é o ponto de encontro da cidade. Apanhamos o metro de regresso. E agora escrevo este post a descansar o corpo do dia cansativo aqui no deck exterior da casa...muita pressão para um dia só! Ainda não descarreguei as fotos, mas depois ponho por aqui qualquer coisa. Tenho tentado decorar algumas palavras suecas, mas são mesmo só palavras soltas. Contruções frásicas ainda estão longe do meu dominio. Nos entretantos, cabe-me esclarecer essa grande dúvida. Como se diz Ikea? A palavra tem origem no nome do fundador: Ingvar Kamprad e diz-se "a" IKEA no feminino e pronuncia-se iquêa. Sem acentuação no A. Hej då

É no edificio desta torre que se entregam os prémios Nobel


 A casa do sr. 1º Ministro é a do meio.

 O Palácio da familia real. Mas é o das cerimónias oficias pois o da residência é fora da cidade.



A senhora da Pipi das meias altas




Sem comentários:

Enviar um comentário